12 setembro 2017

Banco do Brasil massacra correntistas e usuários em Mossoró



Os correntistas e usuários do Banco do Brasil em Mossoró estão perdendo tempo e o humor em longas e demoradas filas nas agências da cidade. As filas sempre foram longas, mas a quantidade de caixas de autoatendimento permitia o bom fluxo de pessoas e um tempo de espera razoável. O problema é outro.

Em períodos de grande movimentação (pagamento dos servidores do estado, aposentados, pensionistas, etc.) muitos caixas são abastecidos somente com notas de pequeno valor, como 2, 5, 10 e 20 reais, enquanto poucos equipamentos operam com cédulas maiores. Como a maioria está na fila para fazer um saque de no mínimo um salário mínimo, é necessário aguardar os poucos caixas que estão disponibilizando cédulas de 50 e 100 reais. Para piorar quando o dinheiro acaba não há reposição imediata. Esse conjunto de coisas resulta em uma fila enorme, lenta, caixas ociosos e muita irritação. 

O que está acontecendo? Uma matéria publicada na Rede Brasil Atual, em 29 de agosto de 2017, dá uma pista. Com o título "Empresa ligada ao Itaú prepara a privatização do Banco do Brasil", segue o texto:
Pedro Moreira Salles, do Itaú Unibanco, faz parte do conselho administrativo da empresa Falconi Consultores de Resultado, contratada, sem licitação, para preparar o desmonte do Banco do Brasil. O maior banco privado do país está de olho na privatização dos bancos públicos. A denúncia foi feita na sexta-feira (25) pelo Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro.
Tendo em vista que uma das "estratégias" dos privatistas é precarizar a empresa pública para depois entregar ao capital privado, a informação não é descabida, e se levarmos em conta os movimentos desse governo ilegítimo, que tomou o poder de assalto, essa hipótese ganha contornos de realidade. O tempo dirá.  

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