19 setembro 2017

Nova pesquisa (CNT/MDA) confirma favoritismo de Lula

Do Valor

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) lidera todos os cenários analisados pela pesquisa CNT/MDA para a eleição de 2018, tanto no primeiro quanto no segundo turno. Isso inclui tanto pesquisas espontâneas quanto estimuladas.

Na pesquisa espontânea para primeiro turno, o petista aparece em primeiro com 20,2% das intenções de voto. O resultado é maior do que os 16,6% apurados na pesquisa de fevereiro.

No cenário estimulado, o desempenho de Lula é melhor. Ele tem 32,4% das intenções de voto. Nesse cenário, seguem Bolsonaro (19,8%), Marina Silva (12,1%), Ciro Gomes (5,3%) e Aécio Neves (3,2%).

Já o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) seria o adversário com o melhor desempenho contra Lula. Ele aparece com 28,5% de intenções de voto enquanto Lula teria 40,5%.

Contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o instituto MDA ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios entre os dias 13 e 16 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais.

Nota do blog: A pesquisa CNT/MDA divulgada hoje mostra que Lula é praticamente imbatível em qualquer cenário para 2018. Ele não só se mantém na preferência do eleitorado como também cresceu em relação ao levantamento anterior realizado em fevereiro. 

Os resultados da pesquisa indicam que a perseguição implacável do consórcio jurídico-midiático ao ex-presidente está tendo o efeito contrário. A caçada judicial ao maior líder político da história recente, enquanto notórios corruptos sequer são incomodados, mesmo diante de gravações comprometedoras e malas de dinheiro, escancara o caráter político da operação lava jato. A perseguição indisfarçável ao ex-presidente aliada ao seu carisma, biografia política e o caótico governo que se instalou depois do golpe de 2016, apontam apenas um caminho para o eleitor progressista: Lula.

São duas as alternativas da direita para 2018, perder a quinta eleição seguida ou dar sequência ao plano de tirar Lula do páreo, utilizando o poder judiciário, e com isso levar o que resta de credibilidade das instituições para o esgoto.

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