13 outubro 2017

Passagens aéreas mais caras, apesar da cobrança por bagagem



Um dos principais argumentos das companhias aéreas para defender o fim da franquia de bagagens gratuitas era que as passagens aéreas ficariam mais baratas. As empresas afirmavam  que a medida aproximaria a aviação brasileira dos padrões internacionais. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) acabou por liberar a cobrança das bagagens atendendo a essa reivindicação das companhias aéreas e prejudicando o consumidor. Mas o brasileiro já viu esse filme centenas de vezes e como os mais realistas previram, as passagens aéreas estão mais caras. É essa conclusão de dois levantamentos feitos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números divulgados pelos institutos divergem, mas ambos apontam alta nos preços das passagens aéreas. Entre junho e setembro a alta nos preços foi de 35,9% segundo a FGV. No mesmo período o IBGE apontou alta de 16,9% nos bilhetes das três companhias que adotaram a cobrança da mala despachada (Azul, Gol e Latam).

Segundo a Anac somete a Venezuela, Rússia e México adotam a regra que obriga as companhias aéreas a transportarem pelo menos uma bagagem grátis por passageiro. 

Nota do Blog: Nenhuma novidade. É mais um "conto do vigário" bem sucedido que vai aumentar exponencialmente o lucro da companhias em detrimento do consumidor. Aliás, sempre que alguma medida parecida prometer melhorar alguma coisa para o consumidor no Brasil, desconfie. 

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