Foto: Wikimedia
Enquanto o Brasil está preocupado em sobreviver, a equipe econômica do governo se move para criar mais um imposto. A exemplo do que foi prometido pela "Reforma Trabalhista" e "Reforma da Previdência", a criação do novo tributo tem como justificativa a criação de empregos.

O imposto seria nos moldes da antiga CPMF e incidiria sobre qualquer movimentação financeira digital. O ministro Paulo Guedes (Economia) rechaça a comparação e com isso busca apoio político, defendendo a visão de que se trata de um imposto diferente, mas na prática o imposto seria uma "CPMF 2.0", já que a maioria das transações financeira hoje em dia são feitas a partir de dispositivos móveis e desktops.

Mas o que a criação de um novo imposto, que penaliza a produção e pressiona ainda mais o contribuinte, tem a ver com criação de empregos? 

Essa é a melhor parte.

A ideia de Guedes é desonerar os impostos aplicados sobre salários por um ou dois anos. O ministro acredita que reduzindo o custo da folha de pagamento, o empresário vai contratar mais. Como o governo não quer perder receita, essa fatura vai para a conta do contribuinte. O raciocínio é o mesmo aplicado à Reforma Trabalhista.

Nada de novo.

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